O dilema vivido por Caio não é algo incomum.
O consultor de carreiras Julio Sergio Cardozo acredita que, sendo aceito na empresa, o profissional homossexual "passa a concorrer ver lucia e o sexo em portugues online com os demais em iguais condições.
Alguns amigos mais próximos do trabalho já sabiam que eu era gay, até mesmo antes de mim.
Demonstrou, também, que não há qualquer cerceamento da liberdade profissional e de pesquisas na área de sexualidade decorrentes dos pressupostos da resolução.Depois de falar do assunto com os colegas com os quais tinha mais proximidade, Caio ganhou confiança para não se esconder mais.E você: sinceramente, teria algum problema em trabalhar com um colega homossexual?Mesmo assim, existem alguns instrumentos legais através dos quais a questão pode ser tratada.Georgete Lemos, diretora de diversidade da abrh (Associação Brasileira de Recursos Humanos falar a verdade é sempre a melhor opção.O consultor explica que o grande problema, muitas sexo anal e agora vezes, é na hora da seleção."Uma área dominada por homens.A ação foi movida por um grupo de psicólogas (os) defensores dessa prática, que representa uma violação dos direitos humanos e não tem qualquer embasamento científico.No ambiente de trabalho, como em poucos outros espaços, tais representações se materializam de forma mais clara, estabelecendo limites, basicamente, entre três níveis: a aceitação, o respeito distanciado e a intolerância.Até porque na época o assunto era tratado de forma mais atrasada do que atualmente, conta Caio, que está há 13 anos na empreiteira.Sendo aceito, o profissional será valorizado pelo seu talento afirma.E, na ponta do lápis, isso acaba significando mais lucro para as companhias que criam um ambiente acolhedor aos trabalhadores homossexuais.Quando um funcionário gay omite sua orientação sexual ou até se comporta como heterossexual, ele não está sendo verdadeiro com ele mesmo e nem com os outros.Não faz sentido progredir na carreira e regredir na vida pessoal, constata o profissional de relações públicas.Veja histórias de homossexuais que passaram por essa situação por Iran Giusti, funcionário de uma das maiores empreiteiras do Brasil, o administrador de empresas Caio Boggiss, 32, só conseguiu ficar à vontade para falar abertamente de sua homossexualidade depois de cinco anos trabalhando no escritório paulistano.Ex-vice-presidente corporativo da Compaq, ele ocupou cargos de diretoria na IBM e na Worldwide, e hoje tem a nada fácil missão de suceder um dos homens mais admirados do mundo, comandando a empresa que se tornou o principal ícone de uma era.Se você acredita que em seu trabalho sua orientação sexual não vai ser aceita, não precisa mentir e inventar uma vida que você não vive, aconselha ela.Os representantes do CFP destacaram que a homossexualidade não é considerada patologia, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) entendimento reconhecimento internacionalmente.Veja se os valores da empresa abordam a diversidade, muitas já contam com politicas em relação à sexualidade.Ele, que dá aulas de matemática, explica que assumir a homossexualidade em sala é sempre um desafio.
Funcionário de uma das maiores empreiteiras do Brasil, o administrador de empresas.


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